Transei com Hétero na Balada Sertaneja

Conto Erótico Gay – Transei com Hétero na Balada Sertaneja

Isso aconteceu comigo em 2012. Fui numa balada hétero com um amigo gay. Logo de cara me amarrei num carinha: Moreno claro, cara de macho, meio “fechadão” e com o corpo atlético. Ele tava acompanhado de uma morena. Ela não largava a mão dele. Bom, fiquei encarando. Ele percebeu mas disfarçava. Achei até que tava “pegando mal” eu ficar encarando ele e resolvi curtir a balada. Uns 20 minutos depois olhei pra trás e vi ele discutindo com a “namorada”. Era um brigueiro feio. Ela gritava com ele e colocava o dedo na cara dele. Ele mandou ela se foder e ela saiu da boate. Eu tava bem perto ao bar. Ele veio na minha direção para pedir mais uma cerveja. Bebeu umas duas cervejas e puxou assunto comigo. Ele disse algo do tipo:
ELE – Pow, mulher é foda né. Só arruma Problema.
EU – Pow, cara, depois ela volta. Aproveita ai, não fica nessa não.

Bom, conversamos um pouco sobre mulher. Depois de uns 5 minutos de papo percebi que ele olhava muito fundo em meus olhos. Ele então mordeu os lábios e disse:

ELE – Tu estava olhando pra mim desde que eu cheguei né? Diz ai, qual a parada.
EU – Que parada, cara?
ELE – Tô a fim de um desenrolo hoje só pra me vingar dessa puta.
EU – Hummm (não conseguia acreditar naquilo).
ELE – Vem no banheiro comigo.

Bom, o diálogo foi praticamente esse. Poucas palavras diferentes. Fiquei surpreso, o coração disparou. Eu tinha ido pra balada com um amigo, que já tinha até me dado um perdido. Não pensei duas vezes e fui. Segui o cara até o banheiro.

Tinham 4 boxes no banheiro e o mictório era bem grande. A gente foi pro quarto box. Eu tava MUITO nervoso. O cara me pegou de jeito. Me beijou pra caralho. Beijo com vontade, saca? Segurava na minha nuca e me lambuzava. Mordia meu pescoço, meu ouvido… Tinha muita atitude! Eu senti um tesão foda. Ele cheirava cerveja e só de imaginar que ele estava com a namorada na boate e fazendo aquelas besteiras comigo, eu pirava. Tentei direcionar ele a chupar meu peito, mas ele recusava. ele deixava claro com os gestos que ele quem mandava. Ele me fez lamber sua barriga e baixar seu zíper. Não era um pauzão, deveria ter uns 17cm e era fino, mas limpo e muito cheiroso. Ele usava uma cueca branca. Eu primeiro mordia o pau dele pela cueca e ele pressionava minha cabeça sobre o pau dele.

Enquanto eu fazia esse “jogo” com ele. Vários caras entravam no banheiro. Muitos falando de mulher, e meu tesão só aumentava. Eu tava fazendo uma pegação foda com um hétero numa balada hétero. Isso só acontece uma vez na vida. O puto tirou o pau pra fora e me colocou pra mamar. Eu sentei no vaso e chupei aquela piroca até a cabeça ficar vermelha. Deixei lambuzando. A gente não fazia barulho mas eu sentia que ele tava delirando. Ele gostava quando eu engolia tudo. Eu fiquei chupando ele por uns 20 minutos e se pudesse, ficaria a noite toda!

Tava bom, mas ficou ainda melhor quando ele tirou a carteira da calça e pegou uma camisinha. Caralho!!!!!! Ele colocou a camisinha na piroca, deu aquela cuspida na mão, me virou de costas e deixou meu cu lambuzado com sua saliva. Ele colocou o pau bem forte no meu cu. Filho da Puta! Parecia que tava metendo numa buceta. Doeu pra caralho. Aos poucos encontramos nosso ritmo e eu relaxei. O safado metia muito, mas muito mesmo. Me segurava pela cintura, tirava, colocava, socava, metia muito gostoso.

Em nenhum momento em que pessoas entraram no banheiro a gente parava. A gente ficou lá por quase uma hora. Eu já não aguentava mais. Tinha uma vontade tremenda de gemer! Ele me fez juntar as pernas e começou a meter ainda mais forte. Doeu um pouco, mas tava gostoso. O safado gozou depois de um minuto desse jeito e ficou parado por uns 2 minutos me abraçando. Eu fiquei muito, mas muito encantado.

A gente esperou um pouco para sairmos do boxer, depois que saímos ainda conversamos um pouco no banheiro, pedi o telefone dele mas ele não quis dar. De boa… fiquei meio triste, mas a situação já tinha valido à pena.

Ele saiu primeiro e depois eu sai. Encontrei meu amigo que tava desesperado me procurando. Já tinha me ligado umas trocentas vezes. Falei pra ele o que aconteceu e ele pirou. Alguns instantes depois quem eu vi? Ele, o safado que tinha me fodido, de mãos dadas com a rasha que ele tinha brigado. Eu olhei pra ele e ele disfarçou o olhar.

No final da balada, fui pro estacionamento com meu amigo e lá estava ele de novo, beijando ela. Ele tinha um jeito forte de beijar. Segurava firme no cabelo/nuca.

Bom, essa foi a primeira e última vez que o vi. Foi um dos momentos mais loucos da minha vida. Queria muito ter mantido contato com ele, mas foi assim que ele quis e eu respeito.

É isso!

DITADURA G –  Sexo com Hétero, Conto Gay, Sexo na Balada Sertaneja, Relato Gay.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *