INCESTO REAL: Pai e Filho

Relato de Incesto Gay – Sexo Gay entre Pai e Filho

O relato abaixo eu traduzi do Reddit. O postador chegou na época a até mostrar dele com o pai e uma cópia do documento de identificação do pai para provar que estava falando a verdade:


Incesto Gay: Sexo Gay em Família

Bom, eu sempre me entendi como gay. Desde que me lembro, sempre me senti gay e essa sensação antes que falem besteira, começou bem antes do meu envolvimento com meu pai. Meus pais se separaram quando eu era muito novo e eu fui criado pelo meu pai. Ele nunca se casou de novo, namorou ou mostrou interesse em ter outra relação.

Quando eu tinha por volta de 11 ou 12 anos eu conheci um site de contos eróticos e por algum motivo me vi encantado por histórias de incesto. Eu não tinha nenhum desejo por meu pai antes de ler essas histórias e eu não sentia nada, absolutamente nada no início quando comecei a ler esses contos. Eu meio que imaginava os pais alheios, fantasiosos, mas não o meu. Demorou alguns meses após eu ter descoberto esse site até que eu começasse a “apreciar” mais do meu próprio pai.

Uma história em particular me envolveu e se tornou minha favorita. Contava a história de um garoto que teve a coragem de mexer no órgão sexual de seu pai enquanto ele tava dormindo. O garoto do conto fez isso por anos. Eu acabei imprimindo essa história e a escondi no meu quarto. Eu a li diversas vezes e me masturbava imaginando a situação.

Depois de algum tempo e algumas tentativas frustradas minhas de fazer igual com meu pai (sim, eu tentei diversas vezes mexer no pau dele), eu uma vez o encontrei deitado de jeans e cansado e acabei tomando coragem de mexer ainda mais com ele. Acabei encontrando a cabeça do pau dele no jeans e dei uma leve apertada, porém ele acordou imediatamente e teve uma das piores fúrias que eu já vi na vida. Ele gritava, batia na parede, apontava o dedo pra mim e me disse pra ir pra cama e não olhar nem pra trás.

Era muito comum dormirmos juntos, mas eu sabia que tinha destruído tudo com minha atitude idiota e precipitada. Eu chorei muito, mas muito mesmo. No dia seguinte ele me levou pra escola, como habitual. Ele não ia trabalhar naquele dia. No carro um silêncio total, ele não falou nada – me ignorava totalmente. Voltei pra casa quando a aula acabou com um amigo, quando cheguei vi meu quarto todo bagunçado. Ele tinha encontrado alguns contos eróticos que eu tinha impresso. Algum tempo depois desci (em desespero já) e ele tava na cozinha sentado. Ele me confrontou, me perguntando se eu era gay – Ele disse que não estava triste pelo suposto fato de eu ser gay, mas por eu ter feito aquilo. Me sugeriu levar-me à uma psicóloga, mas eu comecei a chorar e ele me consolou. Acabou tirando isso da cabeça e prometemos não comentar mais sobre isso.

Um dia depois eu ainda me sentia mal por aquilo então resolvi ir ao seu quarto conversar com ele. Ele estava lendo. Eu sentei ao seu lado e olhei pra ele. Ele tirou o óculos e esticou o braço, como se dissesse “Venha me abraçar”. Eu deitei ao seu lado e o contei o quanto o amava e o pedi desculpas inúmeras vezes.

Ele me abraçou forte, disse que me amava tanto e ficamos deitados abraçados. Ele beijou minha testa (eu estava deitado de frente pra ele), até que eu senti que ele teve uma ereção. Eu o beijei na bochecha. Ele apertou minha cintura. Eu olhei em seus olhos e deitei em seu peito. Acabamos dormindo assim. Nesse dia não ocorreu mais nada. Mas eu, apesar de tudo que tinha ouvido de sua boca, sabia que existia algo.

Isso aconteceu diversas vezes por meses. Nós demonstrávamos um carinho “diferente”, mas não acontecia nada além disso. era um beijo carinhoso, um olhar, uma ereção, um “eu te amo”. Que nos olhos alheios poderia parecer normal, mas eu sentia que não era. Ele só tinha tido uma ereção uma vez, mas eu percebia que ele estava mais carinhoso comigo. Eu então tomei coragem de numa das ocasiões em que ele estava ao meu lado, deitar de conchinha ao lado dele. Meu pai me abraçou, talvez sem maldade. Eu então consegui encaixar o pau dele bem na direção do meu bumbum. Ficamos em silêncio por uns 15 minutos. Eu sentia que ele estava acordado e se controlando… Mas eu não conseguia parar. Senti que ele ficou excitado, então após alguns minutos eu virei pro seu lado e segurei seu pênis. Ele tirou minha mão sem dizer nada. Eu coloquei minha mão novamente e ele não a tirou – apenas disse: “Por favor, não faça isso”.

Eu imediatamente parei e o abracei, colocando minha cabeça em seu peito. Mas ele ainda estava excitado. Bom, mais uma vez não houve mais nada. Isso ia me instigando e eu sentia que a ele também.

Numa outra ocasião, semanas depois, eu fiz a mesma coisa – fiquei de conchinha com ele e le ficou excitado. Me virei para ele e o pedi para vê-lo nu. ele se recusou e mandou-me ir pro meu quarto. Eu fingi que não tinha escutado e o beijei na bochecha. Eu falei algo do tipo “- Por favor, me deixe ver, eu só quero saber como é.” Eu fingi estar confuso, quando eu sabia que não estava, mas ele estava. Ele acabou deixando. Balançou a cabeça e eu me deitei com a cabeça em cima de sua cueca (uma samba canção). Só fiquei deitado e sentindo o pau dele sem tirar da cueca. Não era um pau grande, por mais que eu fosse um adolescente na época, o meu já era maior que o dele. O pau dele deveria ter uns 15cm e tinha bastante pentelho. Eu conseguia sentir o cheiro de seu pênis e percebi que seu pênis estava babando. Eu então tirei o pênis dele da cueca e o chupei. Ele não disse nada – na verdade nem foi um boquete, durou tipo 15 segundos e eu só conseguia colocar a cabeça do pau dele na minha boca, mas pra um adolescente louco de tesão isso era a perfeição. Acabei gozando em segundos.

A verdade é que nós dois gostamos desse jogo. No dia seguinte consegui pegar essa mesma cueca que ele usou e observei que ela estava totalmente babada, cheirando o que eu imaginava que era – gozo. Dividimos a cama e o sofá em outras ocasiões, mas não rolou nada. Eu sabia que não podia ir com muita sede.

Mas numa noite de chuva e sem energia fui ao seu quarto e pedi para dormir lá. Ele deixou e o jogo se repetiu. Eu o chupei novamente, dessa vez demorei mais, deixei minha saliva escorrer e perguntei se estava fazendo direito. Ele pediu pra eu calar a boca.

Esse jogo ficava cada mais mais quente, mais prazeroso. Isso virou uma rotina. Eu fazia isso diariamente até gozar, mas ele nunca gozava comigo lá. Aos poucos fui melhorando e percebendo o que ele sentia tesão. Algum tempo depois perguntei novamente se estava fazendo bem e ele disse que sim. Aquilo me encheu de tesão de tal maneira… Fui intensificando e pela primeira vez ele gozou… Meu pai gozou comigo punhetando e chupando seu cacete.

As coisas ao decorrer dos meses foram se normalizando. Não que tínhamos parado de fazer isso, mas porque isso passou a ser algo normal para a gente. Eu o chupava, o acariciava, e sentia seu corpo estremecer de tesão. Mas a nossa primeira penetração só aconteceu quando eu tinha uns 17 anos. Desde então ainda temos relações esporádicas. Ele não costuma falar muito, gemer, ou demonstrar atitude. Normalmente parte de mim, mas sinto pelo movimento de seu corpo o quanto ele gosta.

Eu ainda moro com meu pai e não consigo imaginar como seria viver sem ele. Não o amo como namorado, o amo e o respeito como meu pai. Mas sei que nossa relação é bem diferente das outras relações familiares existentes por ai. Pra nós isso não é mais um tabu e não mais sentimos culpa por explicitar nossos desejos desta forma.