Relato: Sexo gay em Cuba

Relato: Morenos Dotados e Muito Sexo Gay em Cuba

Fui para Cuba no início do ano – o motivo da viagem foi para acompanhar algumas pesquisas em andamento no país: Para quem não sabe existem alguns projetos de cooperação científica entre o governo brasileiro e o cubano, ou haviam, pois não sei o que vai acontecer agora com este governo novo.

Enfim, queria compartilhar com vocês minhas principais experiências sexuais em Cuba. Antes tinha a impressão de que não aconteceria nada, visto que em minha opinião o país havia parado no tempo, mas me enganei.

Sexo gay com Negro cubano na sauna do Hotel:

Fiquei hospedado com mais 4 companheiros de trabalho. Tive a sorte grande de ficar num quarto sozinho enquanto os outros dividiam o quarto. Ao chegar no hotel logo avistei a mala de porteiro/segurança. Era um negro, mas um negro de verdade, daqueles de 2 metros e que parecia ter uma jiromba entre as pernas de tão maludo que era. Ahhh e ele vestia branco, o que ressaltava ainda mais. Chega fiquei desconcertado.

Ele me ajudou a levar minhas malas e perguntou se eu precisaria e mais alguma coisa, naquela altura, por eu ser um pouco, digamos… Afeminado, certamente ele já sabia de minha sexualidade. Eu apenas o respondi: Onde eu posso sair aqui e conhecer pessoas? (Claro que com um portuñol horrível, mas comprensível). Ele riu, acho que com malícia, e disse que dependendo do tipo de pessoa, era difícil, mas que se eu precisasse de algo, poderia contactá-lo a qualquer momento. Opa, isso me soou ótimo!

Dois dias resolvi usar a piscina do hotel e quem estava lá de olho? Ele, usando uma camiseta simples e um short, puxei assunto e disse que ao término de meu banho, iria pra sauna e perguntei se ela era quente… Claro que com segundas intenções, e ele disse que ”era mucho, pero mucho caliente.” Quase soltei a Thalia que havia dentro de mim e gritei “Ay Caramba”. Fui pra sauna na esperança de que ele aparecesse, mas esperei uns 30 minutos e nada… Até que pra minha alegria, ele surge na sauna! Ele disse que tinha acabado o turno dele e que ele queria relaxar, mas que ninguém poderia saber que ele estava na sauna pois somente hóspedes poderiam usar… É claro que eu disse que não contaria. Gosto de conversar de forma física… Ele sentou perto de mim e comecei a passar a mão nele, e ele deixou… ele falou algo parecido com: Eu sei o que você quer e eu tenho algo grande pra você, mas você poderia me ajudar? Preciso de algum dinheiro.” Não sou de pagar, mas queria aquele negro cubano, então disse que sim. Tirei o pau dele do short e comecei a chupá-lo dentro da sauna do hotel. Preciso dizer, era um exímio pau de negro latino. Grande, gostoso, fedia um pouco de mijo, mas isso me deixava ainda mais louco de tesão. O chupei muito e ele empurrava minha cabeça querendo que engolisse ainda mais o seu pau. Em um momento ele me colocou sentado e ficou em pé socando na minha boca. A minha boca havia se tornado um saco de pancadas de sua incrível e deliciosa piroca. Depois de uns 10 minutos metendo em minha boca, ele anuncia querer gozar… E eu não resisti e levei toda a sua gala.

Eu o pedi para que no dia seguinte fosse ao meu quarto que o daria algum dinheiro e no dia seguinte ele voltou… O dei 25 dólares e lhe foi de bom agrado, ainda o chupei rapidamente na porta do meu apartamento. Ele me disse que tinha dois amigos que curtiam e que se eu topasse, poderia me apresentar, desde que eu os ajudasse também.

Fiquei receoso, mas pelo que eu percebi, somente assim conseguiria alguma diversão…

Pra minha felicidade, os dois amigos trabalhavam no hotel. Um como faxineiro e o outro como recepcionista, mas eu nunca nem tinha desconfiado destes. Ele ainda me mostrou em um celular que ganhou de um turista vários amigos seus que faziam estes programinhas, e vários deles pelados. E era cada pau maravilhoso! eu queria ser rica, não, eu queria ser o Bill Gates, só pra ter dinheiro para pagar a todos!

Sexo com o faxineiro em Cuba

Lembro-me que num sábado, o faxineiro bateu no meu quarto, dizendo que o amigo havia recomendado que ele fosse lá. Era um baixinho, de uns 30 anos, meio gordo, tinha bigode e não era muito atraente, mas eu quis assim mesmo. O pau dele era pequeno, nada próximo ao do negão cubano, mas ele tinha um fogo impressionante. Foi o que eu menos gostei, mas o que mais me deu cansaço. Brinquei com o faxineiro 4 vezes, nas 4 ocasiões o presenteei com 15 dólares. Ele deveria ser o mais experiente na brincadeira, pois adorava lamber meu cu. Ele lambia meu cu como se meu cu fosse uma buceta e me chamava de ”mi amor”, roçando aquele pau ensebado no meu rabo. Na nossa última foda, o deixei gozar na entrada do meu cu, para minha surpresa, ele voltou a lamber meu cu e bebeu de volta quase toda a porra que havia saído de seu pau.

Eles deveriam ser muito amigos ou desesperados por dinheiro, pois o recepcionista gato e másculo que eu jamais desconfiaria me olhava estranho… Certamente o negão, assim como falou para o faxineiro, falou para ele também, porém eu não sabia como chegar até ele. Pedi para o o negão que o levasse ao meu quarto, que o agradeceria de alguma forma…. Umas três horas depois, os dois aparecem na porta e dizem que não podem ficar por muito tempo, pois ninguém poderia vê-los indo…

Sexo Gay à três em Cuba

Os fiz entrar e na porta do quarto os chupei… Tirei o pau do negão (que estava ainda mais fedido a mijo) e engoli… Tirei o pau do recepcionista, e me surpreendi! Estava mole, mas já dava pra perceber que era maior, mais grossa e mais pesada que do negro. Aos poucos o recepcionista foi ficando excitado e eu fiz uma cara de espanto animado… O negro riu e disse que os dois queriam me comer ao mesmo tempo. Encapei o pau do negro e o deixei deitado na cama, fui sentando aos poucos na base do cuspe enquanto eu mamava o recepcionista, que pouco falava, e nem gemia, mas que tinha o pau duro como pedra em minha boca. Depois de muito dar pro negão, decidi aceitar o desafio e dar para o recepcionista.

Ele me colocou de quatro e bombou seu cacete de uma vez só em meu cuzinho. Eu quase vi estrelas, mas foi tão, mas tão gostoso! O pau dele era quase duas vezes mais grosso que o pau do negro. Depois de um tempo eu relaxei e pedi pra que metesse ainda mais. Masturbava e chupava o negro, enquanto o recepcionista me socava.

Ainda tentamos uma DP, mas não tínhamos gel. Consegui aguentar os dois paus dentro do meu cu por uns 2 minutos, o suficiente para conseguir gozar pelo cu como nunca havia gozado.

Ao sair, os dei 50 dólares (50 para cada). Essa viagem havia me feito mais pobre, mas certamente mais largo e eu adorei.

No meu último dia no hotel gravei o vídeo abaixo do pau do cubano. Trocamos e-mails e ele fez de tudo para me conquistar e vir para o Brasil… Mas recentemente meus e-mails passaram a voltar. Não sei o que aconteceu, por isso só me resta na memória este belo pau que me proporcionou tais aventuras em Cuba. Obrigado, Enlas!


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