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Relatos de Sexo entre Hetero e Gay II

Relatos de Héteros que Transaram com Gays

Continuando o primeiro post sobre histórias reais de sexo entre héteros e gays:

Relato 11

Este lance depois do amigo se revelar bi:

“Quando eu tinha 13 anos, um dos meus melhores amigos me disse que era bi. Mais tarde, no mesmo dia, estávamos na sua casa quando ele começou a passar o pé na minha virilha e acabou abrindo minhas calças. Ele perguntou se podia pagar um boquete e respondi que sim. E foi o que ele fez, mas não consegui pagar um para ele porque ainda era algo muito estranho para mim na época. Eu não tinha nenhuma experiência sexual, que dirá experiência com outro cara. Só fui fazer sexo com uma menina com 18 anos, cinco anos após essa experiência gay.”

—20/Homem/Hétero

Relato 12

Esta ~carona~ para casa:

“Um dos meus melhores amigos da época do ensino médio é gay. Certa vez, dei uma carona para ele, e ele me disse, brincando: ‘Eu ofereceria um boquete, mas meus peitinhos ainda estão na loja’. Eu tinha 18 anos e, só de ouvir falar em ‘peitinhos’, já fiquei de pau duro. Então abri as calças e o coloquei para fora, meio brincando, meio sério. Ele começou a me chupar e eu continuei dirigindo até quase chegar em sua casa, quando ele me pediu para encostar. Gozei na boca dele e ele falou que ia comer meu cu. Ele saiu do carro, deu a volta e abriu minha porta. Saí, me encostei no carro e ele passou um tempão me comendo. Bem, foi surreal. A sensação era tão boa que minhas pernas tremiam. Eu meio que gozei de novo, mas já não havia muita coisa, e ele disse: ‘Você não tem mais para mim?’ E eu achei muito excitante o fato de alguém querer o meu gozo tanto assim.

Levei ele para casa e passamos a noite juntos. Sentindo um pouco de nojo, mas de boas, sabe como é? Também devo admitir, com vergonha, que me preocupei em pegar AIDS. Fiquei tão nervoso quando o vi na escola. Mas ele disse que não lembrava de nada porque estava bêbado. Mas ele não estava tão bêbado assim. Desde então, não aconteceu nada parecido.

Ainda somos amigos. Ele será padrinho do meu casamento ano que vem. Nenhuma garota se ofereceu para comer meu cu. Conheci alguns dos namorados dele e fico pensando se meu pau é maior do que o deles. Isso pode fazer com que eu pareça bem gay, mas, de verdade, não sou não.”

—26/Homem/Hétero

Relato 13

Esta duradoura amizade colorida:

“Éramos amigos e nos conhecíamos desde a primeira série. Na época, tínhamos 10 ou 11 anos, nos trocávamos na frente um do outro e começamos a comparar as partes do corpo. Continuamos a comparar nossos corpos e, quando chegamos na adolescência, começamos a nos tocar e experimentamos com punhetas, boquetes e sexo propriamente dito. Fomos os ‘primeiros’ um do outro em tudo, sexualmente falando, e tudo começou só de curiosidade e pela descoberta do que era bom sexualmente.

Ainda somos amigos até hoje. Enquanto experimentávamos, falávamos sobre o que estávamos fazendo com o outro e que ambos gostávamos de garotas e que aquilo não parecia gay. Mas ficávamos confusos por sempre fazer coisas homossexuais quando estávamos juntos. Ele foi o único cara com quem eu fiquei e, até onde sei, eu fui o único cara com quem ele ficou. As coisas sexuais que fazíamos pararam logo depois do ensino médio, e nunca mais tocamos no assunto.”

—25/Homem/Hétero

Relato 14

Este boquete épico:

“Eu e meus amigos estávamos em um pub na quarta passada e talveeez tenhamos bebido um pouco demais. Uma coisa levou a outra e acabamos conversando sobre quanto tempo fazia desde nossa última trepada. Brincamos sobre pagar boquetes uns para os outros, só que um dos meus amigos é gay. Ele se aproximou e sussurrou no meu ouvido que me pagaria o melhor boquete da minha vida. Como eu estava muito bêbado, fomos ao banheiro juntos. Devo admitir que foi um excelente boquete.

Eu achava que era hétero. Agora não tenho tanta certeza.”

—21/Homem/Não sei mais

Relato 15

Este lance impulsivo:

“Foi só um lance aleatório, com um cara que conheci na cidade. Foi só por diversão e para ter uma outra experiência. Nem penso tanto assim sobre isso isso hoje em dia.

Levou um tempo para que eu contasse a alguém sobre isso, mas hoje sou muito aberto e confortável com a minha sexualidade.”

—25/Homem/Casado/Hétero

Relato 16

Esta estratégia para alívio do estresse:

“Comigo acontece espontaneamente quando estou estressado. Passo a maior parte do tempo sem nem pensar em sexo gay, então me estresso, geralmente por causa do trabalho. Quando me dou conta, estou praticamente tropeçando em caras que só querem sexo, numa espécie de piloto automático gay. Depois, me sinto menos estressado, mas também sinto um pouco de culpa.”

—32/Homem/Hétero

Relato 17

Esta visita a um spa:

“Nunca senti atração por homens, mas sempre tive curiosidade sobre como seria ‘brincar’ com o pau de outra pessoa. Eventualmente acabei visitando um spa gay e pagando um boquete para um cara aleatório, através de um buraco na parede.

Acho que minha memória mais vívida é de ficar surpreso com o calor do pau dele e de como dava para sentir sua pulsação através do membro. Além das variações de ‘não consigo acreditar que estou fazendo isso’ que passaram pela minha cabeça durante quase todo o tempo, mas de alguma maneira estranha isso só tornava a sensação melhor.

Resumindo, foi uma experiência divertida. Não me ensinou nada sobre minha sexualidade que eu já não soubesse, mas sem dúvidas satisfez minha curiosidade.”

—27/Homem/Hétero

Relato 18

Esta festinha:

“Geralmente, fico com garotas. Sou hétero e tenho orgulho disso, só um pouco curioso… mas não somos todos?

Aconteceu dois anos atrás, em uma totalmente cliché festa de fraternidade. Meio bêbado, meio sóbrio e totalmente excitado. Conhecia o cara desde o segundo ano do ensino médio e nem pensei muito sobre isso na época. Minha (atualmente ex) namorada tinha me deixado na festa e fiquei com ele e alguns amigos. Não era minha primeira festinha, mas a sensação era inédita. Passei a maior parte do tempo comendo doces da mesa de lanchinhos e bebendo uma mistura de três licores diferentes. Éramos íntimos, costumávamos andar juntos e queríamos espantar o tédio, por isso dançarmos juntos e não parecia ser nada do outro mundo. Um grupo de garotas disse que era muito excitante nos ver juntos, então nos beijamos. E isso me afetou mais do que eu achei que faria. Antes de perceber, estávamos trocando boquetes no quarto de um colega meu. Arrependimento? Só de bagunçar o quarto, não do sexo.

Nunca me arrependo de sexo. E ei, ele me fez gozar, não?”

—22/Homem/Hétero

Relato 19

Este nudismo pós-banho:

“Meu melhor amigo morou na minha casa quando tínhamos 14 anos. Dividíamos um quarto e, um dia, ele saiu do banheiro e ficou andando pelo quarto nu, parecendo que não achava aquilo estranho. Na noite do mesmo dia, fui tomar um banho e fiz o mesmo. Éramos bem sarados para jovens de 14 anos, por sermos nadadores. Foi aí que percebi que sentia atração por caras. Naquela noite brincamos um pouco, nos pegamos e chegamos a fazer muito mais. Desde então, já fiquei com alguns caras no período entre relações — até com amigos —, mas simplesmente pelo sexo.”

—20/Homem

Relato 20

E esta serenata supersensual:

“Quatro anos atrás, eu e meu melhor amigo estávamos em minha casa, jogando Borderlands. Há pouco tempo eu tinha lido na internet sobre o desafio ‘I’ve Got a Crush on You (Tenho uma Quedinha por Você, em tradução livre)’ e achei que era algo fácil de fazer. Quando pedi a ele para me ajudar, ele ficou vermelho. Após provocá-lo um pouco, perguntei se havia algo errado. Então ele não apenas ‘saiu do armário’, como revelou que tinha uma quedinha por mim. Fiquei um pouco espantado, mas falei: ‘Uau. Primeiro: eu já deveria saber disso, já que você sabe de cor todas as canções do musical ‘Wicked: A História Não Contada das Bruxas de Oz’. Segundo: Você tem um péssimo gosto para homens.’

Ele me empurrou, brincando, sentou em cima de mim e disse: ‘Os dois são verdade, mas lembre-se, eu continuo o mesmo. Ainda chuto tranquilamente esse seu rabo magrelo.’ Rimos, até que eu percebi que nossos paus estavam encostando um no outro, através de nossos shorts. Fiquei de pau duro, ele também e ambos ficamos sem jeito. Ele respirou fundo, se aproximou e começou a cantar uma música chamada ‘Dead Girl Walking.’ Quando tentei me afastar, ele se aproximou mais ainda e me beijou.

Depois do beijo, quando ele chegou na parte da letra que diz ‘I’ve decided I must ride you till I break you (Decidi que vou montá-lo até quebrá-lo, em tradução livre)’, percebi o quão sexual a situação poderia ser. Sentei, pensei que poderia ser divertido e disse: ‘Foda-se’. E fomos em frente. Vou apenas dizer que a letra foi um prenúncio do que aconteceu. Continuamos nos pegando até nos formarmos, então cada um seguiu o seu caminho. Às vezes penso como seria bom ter ele por perto — honestamente, ele era melhor em tudo na cama do que minha atual namorada.”

—19/Heteroflexível

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